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4. Corpo docente

É consenso entre os especialistas que o bom médico nem sempre é um bom professor. Portanto, além de uma formação sólida, competência e experiência clínica, outros fatores devem ser considerados. São eles, por exemplo, o preparo e atualização pedagógica, visão ampla do projeto educacional da escola, consciência da importância de transmitir uma visão humanística, ética, ampla e responsável da Medicina.

Especialistas apontam outros pré-requisitos para avaliar o corpo docente, além da utilização dos indicadores do MEC, CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), entre outros:

• O professor deve ter feito residência e deve ter conhecimentos teóricos e práticos para transmitir aos alunos;
• Tem de ser qualificado e envolvido na produção de conhecimento e em projetos de pesquisa, com visão abrangente sobre o curso e a profissão;
• Deve estar presente em atividades teóricas e práticas, em todos os níveis de atenção à saúde;
• A escola deve ter 60% ou mais de titulados mestres, doutores ou livre-docentes;
• É necessária produção científica compatível, que possibilite orientação e desenvolvimento na iniciação em pesquisa/extensão;
• A escola deve ter a maioria dos docentes integrando diferentes cursos de graduação e participando de cursos de pós-graduação, inserindo o aluno nas diversas áreas da Medicina, incluindo residência médica e pós-graduação propriamente dita: mestrado e doutorado.

 
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