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3. Apoio diagnóstico

O estudante de Medicina deve ser treinado em profundidade nas habilidades e competências da relação médico-paciente, história clínica, exame clínico, raciocínio diagnóstico e comunicação interpessoal, de acordo com o dr. Milton Arruda Martins, professor Titular da Disciplina de Clínica Geral e presidente da Comissão de Graduação da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Tem também de ser capacitado para atuar, inclusive, sem exames de apoio diagnóstico, quando não for possível ou desnecessário.

“Entretanto, quanto mais completos forem os locais de aprendizagem no que diz respeito a equipamentos de apoio diagnóstico, melhor será a formação do médico”, afirma o dr. Milton. “É essencial que tenha também clareza quanto aos custos e às limitações de cada método de apoio diagnóstico”.

Para o diretor da Faculdade de Medicina do ABC, dr. Luiz Henrique Camargo Paschoal, durante o curso clínico, o aluno deve ter, por exemplo, a disciplina de Patologia, que explica a manifestação patológica do órgão e a evolução de uma doença no órgão. A partir daí, poderá desenvolver a terapia adequada. Porém, para fazê-lo com competência, é preciso ter acesso a hospitais adequados – com ambulatório, centro cirúrgico, obstétrico, UTI, setor de imagem, laboratório de patologia, etc.

 
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